Vuvuzelas

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Não pretendia dialogar sobre a Copa, mas fico a pensar quão prazeroso pode ser ouvir aquelas vuvuzelas. Não fui até lá para realmente ouvi-las, com o estádio cheio, porém, só de assistir aos jogos na televisão percebo como o ruído é grande. Não, não, enorme!

Deve até ser interessante assoprá-la intensamente, entretanto também penso que um tanto quanto cansativo. Afinal, é um instrumento de uma nota só. Uma nota estridente. Já imaginou se a moda pega? Não só nas próximas Copas, mas em qualquer evento. Lançamento de livro? Leve sua vuvuzela. Teatro? Leve sua vuvuzela. Trânsito. Leve-a também, claro. Mas até aí, também tínhamos o Coliseu. O nosso comtemporâneo substituiu os gladiadores pelo futebol, os berros pelas vuvuzelas. Perfeito!

Pensando agora, não seria uma má idéia manifestações em ruas serem feitas ao som das vuvuzelas. Afinal, há melhor instrumento para se fazer ouvido?

Até mais,

Búfalo

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Novo estilo

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Depois de muito tempo, resolvi atualizar o blog. Deparei-me com este novo tema do WordPress e aparentou-me ser muito bom. Digam o que acharam. Gostei da fonte e achei ele mais moderno, também.
Também irei testar novas funcionalidades. No menu agora posso criar submenus. Pretendo utilizar isto para organizar melhor o Não Ser ou Ser? em várias páginas. Também adicionei uma busca no blog.

Tenho mais uma dúvida. Fui dar uma olhada nos “widgets” que estou usando e reparei que uso o sistema de subcrição por email e por rss do próprio Worpress e do Feedburner. Para evitar poluição visual pretendo utilizar apenas um, mas não sei qual preferem. Então, o que acham??????

Ah, neste novo layout também posso colocar “widgets” no final da páginas, lá embaixo, mas optarei por não usar, já que acho que fica muito escondido.

Enfim, opinem.

Até mais,
Búfalo

Vulcão, viagem e oportunidade

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O tempo segue seu curso. É curioso, estamos sempre a tentar sempre prevê-lo e, por mais que o consigamos com certa precisão, nunca temos total certeza. Nas últimas semanas quantas árvores não foram desmatadas, quantas boas idéias que faiscaram por aí, quantas pessoas encotraram seus amores? Em alguma esquina, saindo da livraria, alguém trombava com outra pessoa. Teria, alguém, controle disto tudo? De todos os fatos? Quem imaginaria que no meio disso tudo um vulcão também se manifestaria? Ainda, que o espaço aéreo europeu entraria em colapso? Todos tinham suas próprias opiniões sobre fatos futuros, com suas dúvidas e suas imprevisibilidades, mas nem a mais ousada pensaria nisto.
Vendo por outro lado, uma ótima oportunidade! Pois é, isso mesmo. Um tanto enorme de pessoas que conhecem apenas os escritórios europeus ou alguns monumentos (que em geral são capas de revistas). Outro tanto enorme de europeus que mal conhecem seus países, quiçá os vizinhos. Mas se a Natureza te faz esperar, por que não conhecer aquele restaurante embaixo do apartamento em que está hospedado? Aquele prédio que por tantas vezes passou e não percebeu quanta história guardava? O vulcão propiciou às pessoas, que conheçam melhor os lugares por que passam, tão próximos e ao mesmo tempo tão estranhos, que viajantes, em suas férias, não passassem apenas pelos lugares do guia turístico, mas, ao mesmo tempo, ousassem, sentissem a alma da cidade, respirassem seus parques, suas pessoas.
Se aproveitaram? Não sei. Provavelmente alugaram um desses hóteis, verdadeiras ilhas no meio de cidades e esperaram por lá. Entretanto, a oportunidade fora oferecida.
Realmente é curioso como o imprevisível pode nos oferecer pequenos presentes, em meio à rotina diária.

E não é que a os Estados Unidos resolveram provar que não é só na Europa que aparecem estas oportunidades? Um derramamento de petróleo próximo à costa estado-unidense desviou o foco para eles. Que ironia.

Até mais,
Búfalo

Este blog não será descontinuado.

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Olá, após tanto tempo sem escrever por aqui, novamente volto. Desta vez será uma notícia que espero que seja boa (hehe). O blog será continuado. E, sim, podem ficar tranquilos, se em algum momento resolver fechá-lo não sumirei sem avisar.
Pensei em escrever ontem, mas, por causa da data, achei que poderia não parecer verdadeiro.
Não voltarei com o mesmo ritmo de antes. Aos poucos retomarei o ritmo. Como um corredor, acabei não treinando muito por aqui. Talvez me faltem idéias, embora as tenha, me falte inspiração embora ela venha. Vai saber. Tudo falta e tudo está lá. Quem sabe não falte apenas que a encontre novamente? Pode ser.
Enfim, estou de volta!

Abraços,
Búfalo

Estudo de besouro do Alasca pode melhorar congelamento de alimentos

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 Vários peixes, insetos e plantas vivem em regiões extremamente frias, com temperaturas abaixo do ponto de congelamento de seu sangue. É estranho pensar como foram capazes de sobreviver a temperaturas tão frias, onde facilmente a água se congelaria. Mais bonito ainda é entender as soluções encontradas pela própria Natureza e evolução que permitiram abundância desses seres nestas regiões.

Cientistas já acharam que o princípio que evita o congelamento é semelhantes ao dos anti-congelantes químicos. Eles reduzem tanto o ponto de congelamento da água como o de fusão, mas precisam ser adicionados em grandes quantidades, só que as proteínas anticongelantes presentes nestes animais aparecem em quantidades pequenas. Elas causam outro fenômeno, a histerese térmica: abaixam o ponto de congelamento, mas não o de descongelamento. Por exemplo, com essas proteínas, o gelo se forma à -5°C, mas derrete a 0°C. Isso se deve a elas ligarem à superfície dos cristais de gelo, impedindo que outras moléculas de água sejam adicionadas ao cristal.

Agora, descobriram um besouro que é capaz de sobreviver a temperaturas de até -60°C. Mesmo assim não existem proteínas anti-congelantes neles. A molécula responsável pelo efeito anti-congelante é formada por polímeros de açúcar e lipídios, e até agora somente encontrada neste besouro. Ela permite uma diferença de 3,7°C entre a temperatura de congelamente e de derretimento. 

Essa molécula pode permitir o aperfeiçoamento de técnicas anti-congelamentes: melhorar a aumento e a duração de comidas congeladas, o tempo de sobrevivência de órgãos transplantados e o desenvolvimento de plantas resistente a baixas temperaturas. Tudo isso pelo estudo de um besouro que vive no Alasca.

Época de surpresas e acontecimentos!

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Estamos na última semana do ano! Nesta época muitas coisas podem acontecer. Os ânimos estão agitados, seus amigos se distaciam: você e ela. Um olhando no olho do outro com um olhar penetrante. Um espera o outro. O outro aguarda. E assim continua, apenas alguns minutos, mas com aparecência de longas horas. Esta semana pode ser muito prazerosa.Talvez ainda nem tenha conhecido, mas esta é uma boa época para encontra alguém. e fazer novas amiazades. As pessoas aceitam mais aproximações, na hora dos fogos elas podem querer um braço amigo e assim você sabe…

Há os que dizem “dar o bote”, mas isto parece tão artificial. Estes momentos criam condições para, mas nada assim, planejado. Até por que, se está querendo alguém e planeja, melhor ir até uma das famosas casas: gasta menos após alguns meses, é mais fácil e mais rápido e não magoa. Até para as mulheres tem solução!

Este é o bom de agora. Tudo pode acontecer. O que esperou pode ser diferente – e nem por isso menos agradável. Aguardando a surpresa e vivendo o momento. Sem obrigações, já que agora não tem ninguém para cobrar, não tem hora para acordar nem para chegar.

Normalmente viajamos para a praia, mas no campo pode ser tão interessante quanto. Reunindo a turma, preparando uma boa festa, lançando seus fogos.

Gosto muito desta época, realmente.

Até mais,

Feliz 2009!

Búfalo

Feliz Natal

Olho para a Lua. Ela não reflete nada. Como um espelho quebrado, vejo tortuosas imagens. Vislumbro as comemorações de Natal por um cantinho do espelho quebrado. Nem precisava de mais: todo ano tudo se repete, as comemorações retomam seu ciclo, os texto são exatamente os mesmos. Uma pequena imagem e já reconheço. Olho para a Lua e não me vejo. Onde estarei? Nem a Lua é capaz de me sugar. Nem ela atrai-me. Mesma quebrada ela brilha. Brilha por si só. Engano meu. Brilha pelo Sol. Mas dias desses nem o Sol a apoiará.

Olha para a Lua. Está magnífica. Já é Natal. As ruas estão enfeitadas, a neve completa a decoração. Todo aquele brilho do Natal. Todo aquele sentimento. Igual. Mas que nos satisfaz. Aqueles sentimentos que se repetem, mas tão bons. Dou uma volta, cumprimento o senhor do mercado, atravesso a praça, onde casais se encontram, desfrutando o Natal. Eu, aqui, só. Passo por tudo. Efêmero. Minhas pernas me levam para algum lugar. Paro à beira do lago. A Lua está ali refletida. O lago reflete pedaços quebrados dela. A Lua reflete pedaços partidos. Ou um mundo partido? Um Natal distorcido? Mas não me reflete. Onde estou? Em mim mesmo, escondido em algum lugar.

Encontro uma garota. Saímos. Passamos o Natal.

A Lua não reflete nada, o Natal se repetiu como todos os anos. Aproveito-o.

Feliz Natal,

Até mais,

Búfalo

Feliz Natal e explicações

Faz tempo que não posto aqui. Não é costume acontecer isto com o Não Ser ou Ser? Não estava com tempo suficiente para postar e minha inspiração não me ajudava. Como sempre ficava de postar algo decente na próxima semana (e acabava não escrevendo o texto como queria), acabei por não escrever uma explicação.

Quero falar que o Não Ser ou Ser? não acabou e que a partir de agora tudo voltará ao normal. Aproveitando o Natal para retomar as idéias. Postarei os selos que ainda não postei. Descobri que um texto que tinha agendado para o dia 29 de dezembro do ano passado, já que não acessaria no dia, acabou sendo agendado para a mesma data, só que desse ano ! hehe. Relendo acabei não gostando mais dele, mas já que foi feito a tanto tempo manterei o agendamento. Será interessante entender algo que pensei um ano atrás.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Até mais,

Búfalo

Quando a neve cai

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Neve. As aulas estão interrompidas. Os caminhos, paralizados. O que fazer? Todo inverno é a mesma coisa. Não podemos sair de casa já que a neve se acumula por toda a entrada. Compramos nossos mantimentos, acumulamos a lenha, à espera de falta de energia. Em tempos desses, é comum que falte. Os geradores param, quebram. Ah, mas que divertido! Tantas coisas para fazer, tantos sustos para dar. Guerra, verdadeiras guerras de neve. Onde não há luz, os sustos penetram. No inverno o dia escurece rapidamente, seu amigo, sua amiga, ali na casa ao lado sem ter o que fazer. Caminha nas pontas dos pés, veste-se a propriadamente rs. “Buh!”, “Arrgh! Que susto!!!”

Sempre achei tão divertido estes momentos. Achei que me pertencia. Algo meu. Unicamente meu. Não é bem assim. Onde um gerador quebra tudo é igual. Sem o charme da neve. Sem o frio corroendo os ossos. Uma região inteira sem luz por um dia. Interessante. Mas porque não por mais tempo? A criatividade, temerosa da luz, se esconde. Quando está para emergir, pluft, a luz voltou.

Onde ela não existe, onde os computadores não funcionam, onde os telefones não tocam, o que fazer? Tédio ……………………………………………………………………………………………………………………………………. ……………………………………………………………………………………………………………………………………………. .

Ei, o que vejo? Sim, a criatividade. Pego aquela revistinha que tenho e aproveito-a intensamente. Tantas diversões para fazer. Os sustos possíveis para dar. E a desculpa da falta de tempo de quem trabalha: até eles descobrem novamente que é possível se divertir. Aquele eu escondido novamente se manifesta. Esquecemos dele. Mas, sim, ele existe, escondidos em nós mesmos. Um espaço novo se abre, um horizonte se alarga. Aquilo que parecia esquecido mostra-se tão bom. Poderia continuar.

A luz volta. Acesso o computador, recebo telefonemas. Tudo continua como se nada tivesse acontecido. Uma breve pausa no fluxo normal. Mas, eu me lembro de tudo. De minhas conversas com meu eu. Gosto tanto do inverno. Da neve que cai.

Como as borboletas se localizam durante a migração?

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Sempre ao final do outono as borboletas-monarcas iniciam sua migração do Norte dos estados Unidos e Sul do Canadá para os trópicos, até a região central do México. Sabe-se que elas se orientam pela luz solar, mas isso não é tão simples. E só agora foi melhor explicado. O Sol muda de posição ao longo do dia. Se de manhã o Sol está à oeste, ao meio-dia já está em cima. Para que elas utilizem este mecanismo como orientação, as borbeletas precisam saber exatamente a hora, senão acabariam indo para o lugar errado.

É interessante que nosso relógio biológico é movido por várias proteínas, e suas respectivas quantidades, nas células. E isso é sincronizado pela luz solar e relação de luz e ausência dela. Por isso que quando mudamos de horário, seja para o de verão ou viajando para outro lugar com duração de luz diferente, ficamos desregulados.

Os cientistas capturaram as borboletas-monarca e alteraram o regime de luz e escuridão, justamente para descobrir oMonarch_Butterfly_Pink_Zinnia_1800px relógio biológico delas. Algumas foram submetidas à um regime de luz invertido (escuro de dia e iluminado de noite) e outras não. À que foram submetidas ao regime invertido começaram à migrar para o Norte. Depois disso repetiram o experimento, mas removeram as antenas. Elas foram incapazes de se orientar pelo Sol, sugerindo que esse sistema estava na antena. Posteriomente cientistas pintaram as antenas com esmalte, algumas com esmate incolor ( que permite a passagem de luz) e outro preto. As com as antenas pintatadas de preto não conseguiram sincronizar o relógio biológico e ficaram desorientadas. Isso confirmou que o relógico está nas antenas.

Assim descobriram como elas se localizam: usam os olhos para determinar a posição do Sol e ao mesmo tempo as antenas determinam a hora do dia. Com isso, o cérebro analisa as informações para que, a cada hora do dia, ela se oriente rumo ao Sul.

Essa experiência é bem interessante. Primeiro pelo modo como os cientistas descobriram como as borboletas se orientam. Depois justamente pelas borboletas. Parece algo simples, mas é um sistema bem eficiente. E ainda analisado pelo “cérebro” de uma borboleta. Mesmo que julguem várias animais como simples, parece mais porque os serem humanos se acostumaram com a Natureza. Afinal, todos os animais tem sistemas bem complexos que ainda nem sempre os humanos conseguem recriar com suas técnicas computacionais. Os pensar com a mesma simplicidade quando tentam desenvolver algo.

Até mais,

Búfalo