Neve. As aulas estão interrompidas. Os caminhos, paralizados. O que fazer? Todo inverno é a mesma coisa. Não podemos sair de casa já que a neve se acumula por toda a entrada. Compramos nossos mantimentos, acumulamos a lenha, à espera de falta de energia. Em tempos desses, é comum que falte. Os geradores param, quebram. Ah, mas que divertido! Tantas coisas para fazer, tantos sustos para dar. Guerra, verdadeiras guerras de neve. Onde não há luz, os sustos penetram. No inverno o dia escurece rapidamente, seu amigo, sua amiga, ali na casa ao lado sem ter o que fazer. Caminha nas pontas dos pés, veste-se a propriadamente rs. “Buh!”, “Arrgh! Que susto!!!”
Sempre achei tão divertido estes momentos. Achei que me pertencia. Algo meu. Unicamente meu. Não é bem assim. Onde um gerador quebra tudo é igual. Sem o charme da neve. Sem o frio corroendo os ossos. Uma região inteira sem luz por um dia. Interessante. Mas porque não por mais tempo? A criatividade, temerosa da luz, se esconde. Quando está para emergir, pluft, a luz voltou.
Onde ela não existe, onde os computadores não funcionam, onde os telefones não tocam, o que fazer? Tédio ……………………………………………………………………………………………………………………………………. ……………………………………………………………………………………………………………………………………………. .
Ei, o que vejo? Sim, a criatividade. Pego aquela revistinha que tenho e aproveito-a intensamente. Tantas diversões para fazer. Os sustos possíveis para dar. E a desculpa da falta de tempo de quem trabalha: até eles descobrem novamente que é possível se divertir. Aquele eu escondido novamente se manifesta. Esquecemos dele. Mas, sim, ele existe, escondidos em nós mesmos. Um espaço novo se abre, um horizonte se alarga. Aquilo que parecia esquecido mostra-se tão bom. Poderia continuar.
A luz volta. Acesso o computador, recebo telefonemas. Tudo continua como se nada tivesse acontecido. Uma breve pausa no fluxo normal. Mas, eu me lembro de tudo. De minhas conversas com meu eu. Gosto tanto do inverno. Da neve que cai.
relógio biológico delas. Algumas foram submetidas à um regime de luz invertido (escuro de dia e iluminado de noite) e outras não. À que foram submetidas ao regime invertido começaram à migrar para o Norte. Depois disso repetiram o experimento, mas removeram as antenas. Elas foram incapazes de se orientar pelo Sol, sugerindo que esse sistema estava na antena. Posteriomente cientistas pintaram as antenas com esmalte, algumas com esmate incolor ( que permite a passagem de luz) e outro preto. As com as antenas pintatadas de preto não conseguiram sincronizar o relógio biológico e ficaram desorientadas. Isso confirmou que o relógico está nas antenas.



Isso também pode ajudar a entender melhor outras culturas. Analisando o padrão de imitação de cada povo poderemos entendê-los melhor. É curioso como até comportamentos sociais então relacionados a pequenos comportamentos simples que fazemos naturalmente. Claro, é apenas um estudo.