Quasímodo

A famosa personagem do romance de Vitor Hugo, o Quasímodo, mais conhecido como o Corcunda de Notre-Dame, pode ter existido. É o que relata indícios achados nas memórias de Henry Sibson, escultor que trabalhava na catedral quando o escritor escrevia o romance.

É uma situação curiosa. Afinal, quantas personagens presentes na ficção não podem ter existidos? Ou baseados em pessoas próximas do autor da obra? Às vezes nem tão próximas assim, pode ter sido mesmo fruto de alguma observação distante do autor, talvez dia após dia observando alguém que sempre passava pelo café em que estava. Talvez.

Ou mesmo, quantas pessoas que acreditamos que tenham existido e talvez nunca tenham? Ou cujas histórias foram magnificamente adicionadas? Não sei.

Talvez essa seja a graça disso tudo.

Até mais,

Búfalo

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