Normalmente estamos acostumados a ver, no mundo animal, não muito machos para uma quantidade bem maior de fêmeas. Decorre também, todo o ritual animal, que passam no Globo Repórter, National Geographic, quando eles tentam exercer sua liderança, batalhando por terrenos, conquistando a fêmea. Claro, não é assim com todos os animais nem tenho a porcentagem exata de machos para fêmeas e vice-versa. Na sociedade humana, pelo menos, existe uma proporção bem mais próxima entre homens e mulheres, com um pequena vantagem para as mulheres. Mesmo nossa carga genética confirma a chance porcentual de 50% entre homens e mulheres.

Talvez por isso nossa sociedade tenha uma maior base monogâmica. Uma possível influência genética, aliada a criação de sociedades onde homens e mulheres aparecem em quantidades semelhantes podem ter favorecido este processo. Afinal, imagino se, naturalmente, desde os primórdios a porcentagem de homens ou mulheres fosse muito superior à outra haveria grande possibilidade de a maioria da população levar uma estrutura poligâmica durante sua vida.

Não estou querendo dizer que é uma explicação simplesmente biológica. A influência da sociedade, da religião, do pensamento criam todas as estruturas a que estão habitualmente acostumados, mas algumas destas estruturas, principalmente em tempo mais remotos poderiam ter uma maior influência do meio natural e isto pode ter sido repassado às gerações.

Todas as formas da sociedade, incluindo o casamento favorecem a sobrevivência de nossa espécie e uma melhor escolha dos parceiros e parceiras. Estes aspectos sociais analisados de uma forma biológica são muito discutidos e rendem estudos e mais estudos. Já parou pra pensar porque isto é desta forma e não da outra?

Isto é apenas uma análise, nada que se comprove efetivamente verdadeiro, mas apenas buscando entender o porquê desta base da sociedade ocidental.