Quanto tempo será que demoramos para realmente nos encontrarmos? Ou nos encontramos em caminhos que não rendemos o máximo que poderíamos? Estive pensando, isso mesmo!,não levo jeito para muita coisa do que faço e mesmo assim insisto. Não vou fazer nenhuma grande contribuição nesses aspectos e faço essas escolhas.

Por exemplo, nunca fui muito bom em escrever, principalmente prosa, só às vezes que fazia algo interessante mas estou aqui escrevendo um blog! Poderia estar fazendo algo em que tivesse habilidades maiores. Será que isso vai satisfazer? Hoje, diria que muito. Entretanto, não revolucionarei as Literaturas com isto que faço.

Até o momento, ainda não encontrei em que, realmente, possa demonstrar ótimas habilidades. Fico circundando em casos como o do exemplo acima, em que, sim, me divirto, mas não sou bom o suficiente a ponto de mudar esta realidade.

Na vida, passamos a vida inteira nisso. Muitas vezes poderíamos tentar mudar de área, de vida, de emprego e nos reconheciríamos como bem melhores, com uma contribuição maior, mas não, insistimos. No quê? Na estabilidade, no medo?

E daí? Estou questionando qual o caminho certo a se seguir? Tornar-se reconhecidamente melhor e contribuir mais ou fazer isto que sempre fizemos? Ou qual nos dará mais prazer?

Até agora cheguei a conclusão que nenhum dos dois! Talvez um certo gosto pelo que fazemos, mas ao mesmo tempo temos que nos sentir minimamente reconhecidos, nem se for consigo mesmo. Podemos trabalhar em um emprego de sucesso, utilizar nossa inteligência com a mior eficiência e nem sermos felizes, ou sermos felizes sem contribuir com nada, mas se continuamos temos um pouquinho de prazer. Não acham?

Em minha visão, podemos conciliar as duas! Se formos felizes ao máximo, só de ajudarmos aos outro a alcançarem isto estaremos dando um ótimo contribuição. Certo, não sei se ao máximo!

É isto que fico me questionando. Qual rumo devemos seguir? Qual o melhor caminho? Aproveitar nossas habilidades ao máximo ou nossa felicidade máxima? Ou nenhuma das duas, quando tentamos conciliá-las e parados ficamos, indecisos, fazendo perguntas, possivelmente, tolas, desse tipo sem nunca ir por um outro caminho.

Eles estão ali, a nossa espera, um do lado do outro. Podemos colocar um pé em cada caminho e tentar ir em linha reta. Algum dia ele bifurca e ficamos parados. Qual o caminho que levará a algum caminho, que nos conduzirá a solução, ao melhor?