Como as borboletas se localizam durante a migração?

27 10 2009

Sempre ao final do outono as borboletas-monarcas iniciam sua migração do Norte dos estados Unidos e Sul do Canadá para os trópicos, até a região central do México. Sabe-se que elas se orientam pela luz solar, mas isso não é tão simples. E só agora foi melhor explicado. O Sol muda de posição ao longo do dia. Se de manhã o Sol está à oeste, ao meio-dia já está em cima. Para que elas utilizem este mecanismo como orientação, as borbeletas precisam saber exatamente a hora, senão acabariam indo para o lugar errado.

É interessante que nosso relógio biológico é movido por várias proteínas, e suas respectivas quantidades, nas células. E isso é sincronizado pela luz solar e relação de luz e ausência dela. Por isso que quando mudamos de horário, seja para o de verão ou viajando para outro lugar com duração de luz diferente, ficamos desregulados.

Os cientistas capturaram as borboletas-monarca e alteraram o regime de luz e escuridão, justamente para descobrir oMonarch_Butterfly_Pink_Zinnia_1800px relógio biológico delas. Algumas foram submetidas à um regime de luz invertido (escuro de dia e iluminado de noite) e outras não. À que foram submetidas ao regime invertido começaram à migrar para o Norte. Depois disso repetiram o experimento, mas removeram as antenas. Elas foram incapazes de se orientar pelo Sol, sugerindo que esse sistema estava na antena. Posteriomente cientistas pintaram as antenas com esmalte, algumas com esmate incolor ( que permite a passagem de luz) e outro preto. As com as antenas pintatadas de preto não conseguiram sincronizar o relógio biológico e ficaram desorientadas. Isso confirmou que o relógico está nas antenas.

Assim descobriram como elas se localizam: usam os olhos para determinar a posição do Sol e ao mesmo tempo as antenas determinam a hora do dia. Com isso, o cérebro analisa as informações para que, a cada hora do dia, ela se oriente rumo ao Sul.

Essa experiência é bem interessante. Primeiro pelo modo como os cientistas descobriram como as borboletas se orientam. Depois justamente pelas borboletas. Parece algo simples, mas é um sistema bem eficiente. E ainda analisado pelo “cérebro” de uma borboleta. Mesmo que julguem várias animais como simples, parece mais porque os serem humanos se acostumaram com a Natureza. Afinal, todos os animais tem sistemas bem complexos que ainda nem sempre os humanos conseguem recriar com suas técnicas computacionais. Os pensar com a mesma simplicidade quando tentam desenvolver algo.

Até mais,

Búfalo





Chegou a Primavera

27 09 2009

De um lado do hemisfério começou a primavera. É uma época bastante especial. As mudanças de estações geralmente são. Quero apresentar um texto da Samantha sobre a primavera. Postarei um meu sobre o mesmo assunto. Afinal sempre podemos falar das estações.

A Primavera é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão.

É a mais linda das estações, pois é nela que ocorre o florescimento de várias espécies de plantas e com isso, nos presenteia com flores perfumadas e coloridas.

É época de renascer, de reviver e de renovar.

Época de colorir e de perfumar.

Época de repensar.

Após longos dias frios e alguns chuvosos, eis que o colorido renasce e reascende nossa esperança e nossa vida.

Eu ficaria oras aqui falando sobre a Primavera,

Mas vou lhes presentear com um texto de uma das nossas mais encantadoras e reveladoras escritoras do nosso país, Cecília Meireles, segue:

Sem título

Primavera

Cecília Meireles

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
Texto extraído do livro “Cecília Meireles – Obra em Prosa – Volume 1“, Editora Nova Fronteira – Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.





Após 154 anos sem ser vista, ave é fotografada.

20 09 2009

O petrel de Fiji de não é observado no mar há 154 anos. Primeiramente, uma única espécime, filhote, foi observada em 1855 na ilha de Gau. Depois disso, ele ficou desconhecido por mais de 130 anos, quando em 1984 uma ave adulta foi capturada e fotografada (depois a soltaram). Desde então outras, filhotes, foram obserdas sobre telhados, porém algumas morreram. Com esta expedição conseguiram fotografar 8 espécimes dela no arquipélado de Fiji.

Estava procurando alguma foto do petrel de Fiji para colocar aqui. Achei na BBC. Vale a pena dar uma olhada. Não coloquei aqui por causa dos direitos autorais. Lendo também a notíciano site da BBC, descobri que o ornitólogo que liderava a expedição também redescobriu o Beck’s Petrel, ave vista somente duas vezes na década de 1920.

Quantas aves pouco conhecidas não devem ter sido observadas por alguém olhando o infinito, pensando “que ave é aquela?” e numa fração ela já sumia pelos ares. Não apenas aves. Se fossem mais conhecidas não teriam a tranquilidade para continuar sua existência, longe da perseguição de saberem sobre (não só para fins científicos). Vivendo no desconhecido e com isso tendo sua liberdade garantida.

Quanto ainda está escondido! Só mesmo aventurando-se para conhecer novas coisas, não apenas aves, mas pessoas, sentimentos, idéias, caminhos. Tudo isto me leva a pensar sobre o que não somos e podemos ser, sobre o que não conhecemos e acreditamos que sabemos. Não sei.

Até mais,

Búfalo





Observe a árvore. Reflita sobre ela

7 09 2009

O que você sente ao ver campos de flores? Árvores? Paisagem? Talvez seja até difícil ter visto muitas. Onde encontrá-la? Onde senti-la? Pronto, um pedaço insignificante está aí embaixo.

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Isto talvez seja um anti-texto, apesar que não sei o que é um. O que será? Mas tente olhar novamente para a árvore. Observe a grama. O fundo. O céu. Sim, o céu contrastante com a árvore toda rosa é um outro espetáculo.

Tente sentir a atmosfera do lugar. O que será que tinha ao lado? Um casal de namorados? Duas pessoas correndo de um lado ao outro? Qualquer coisa é possível, mas a árvore não. Ela foi capturada pelas lentes. Nós sabemos o que aconteceu com ela. Sabemos onde estava, mesmo tendo tão pouca informações dela.

Ali o tempo não se move. Mas será que o tempo se move? Ou melhor, será que ele move-se para algum lugar já determinado? Esta imagem, esta situação não são acasos. Não tivemos escolhas. Apenas algo independente de nossa vontade. Se tudo é tão determinado o que será nossa liberdade? A falsa sensação de poder escolher nossos caminhos, quando, na verdade, já foram escolhidos muito antes de pensarmos neles?

Não sei se é verdade, pode ser que tenha alguma. O simples desejo de sentirmos as possibilidades. Elas não precisam existir. O simples fato de acharmos que temos nossas próprias escolhas já é o suficiente. Ou não? Você aceita sua liberdade por simples vontade de tê-la? Nunca conquistou a liberdade e depois sentia-se o oposto?

Voltando a pergunta, o tempo está se movendo? Olho a árvore. De novo me deparo com suas flores rosas. Belas. Extáticas. Como crer no tempo? Meu próprio movimento? Não, são mais sucessões de imagens. Imagens extáticas. Quem sabe fruto de meu pensamento? Apenas admirando imagens sólidas, e com isso crendo na falsa idéia de que o tempo flui. Pode ser que só o pensamento flui. Nós estamos parados. Não temos possibilidades. Não porque tudo já foi determinado, mas porque não há. Seres imóveis com pensamentos fluidos. Um doce ilusão. Ilusão tão doce quanto ao que estou tendo observando uma árvore. Uma paisagem!

Algo continua. Ilusão? Tempo? Imagens paradas? Quem vai saber, mas continua! Ou acredito nisso.

 

Até mais,





Elegância e comportamento

9 07 2009

Aqui, de meus campos, estava a observar os padrões de elegância. Aquele tipo de elegância segundo regras de etiqueta, “correto”, admirado. Aquele que se reflete nas passarelas.

É curioso como elegância e as regras de etiqueta se confudem com o pensamento da sociedade. Conserva o esqueleto destas idéias. E o esqueleto é rígido, pouco flexível. Não toleram o vento da mudança. A menos que se quebre, claro.

Em geral exigem movimentos lentos, calmos, postura ereta. Não há lugar para um comportamento efusivo. Talvez por isso ser um eterno brincalhão, ser infantil, mesmo que sério, é tão depreciado. A elegância assume movimentos sutis e delicados. Vagorosos e precisos.Bem pensados e racionais.

Aquele que não liga para regras e pula quando quer pular, se contorce quando quer contorcer, se diverte com a vida ao invés de ser um adulto que tem um bom emprego, trabalha, supostamente assume as responsabilidades, enfim, toda a personificação do que é um adulto, não será elegante (e quem vai virando adulto começa a ser tornar um adulto habitual).

Até aí, estamos falando de pessoas. Mas olhando para exposições de animais o mesmo acontece. O cachorro também não pode ser efusivo. Tem que manter a postura, se comportar, não se movimentar muito rapidamente. E ele é elegante. Ganha prêmios.

Mesmo com outros animais. Assim como o cachorro que não é cachorro e ganha elegância. Será um exemplar para a raça. Com ovelhas, cavalos, e tantos outros animais. Tiram o animal que há dentro de todos nós. Nunca perguntaram aos animais se essas características são dignas de sua espécie. Será que apenas com isso podemos falar do bom pedigree deles?

Devem estar a perguntar “e os búfalos?”. Não sou um animal de classe. Nunca conheci as passarelas, nunca visitei uma exposição. Não poderia dizer sobre eles. Mas deve ser o mesmo.

Até mais,

Búfalo





Gisele Bündchen se despe pela Amazônia!

13 06 2009

Com este título na capa, Gisele Bündchen aparecerá mais ema vez em uma revista internacional, a Photo. Com fotos tiradas por Paul Vainer ela aparecerá nua com o corpo tatuado com plantas, trepadeiras. Espero que não fiquem imaginando demais.

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As fotos ficaram muito interessantes. Adorei o efeito de plantas no corpo dela.

Se entendi direito, as fotos são da campanha para as sandálias Ipanema e relacionam esta campanha com seu engajamento pela preservação. Coloquei o vídeo da propaganda também.

Não sabia o alcançe que esta propaganda tinha. Pensei que era discutida apenas por aqui. É capaz da propaganda da Sky também estar desse jeito. Já está até no MSN.

Já vi gente questionando se esse engajamento da top model serve para alguma coisa. Acho muito bom. Acaba concientizando muitas pessoas da preservação das florestas. E não parece ser algo simplesmente de propaganda. Entrando no site dela é possível ver em várias notícias sobre a preservação e informação dec como salvá-las. Aqui vocês podem conferir: oi.

Se todas as pessoas famosas exercessem sua influência para algumas causas talvez o mundo fosse um pouco diferente. Fico impressionado com a influência da mídia no cotidiano. Ela pelo menos defende algo que acredita.

 

Até mais,

Búfalo





Origem do riso humano relacionado com de primatas!

12 06 2009

Sabe aquela risada tão boa de ser ver? Ela aguarda muitas surpresas.

Já sabia que búfalos conseguem rir, pois sempre que sinto cócegas também acabo rindo. Pesquisadores comparam as risadas de 21 chimpazés, gorilas, orangotango e gorilas com a de três bebês. Eles identificaram 11 tipos de sons e mapearam como eles estavam relacionados. E não é que foi surpreendente! Eles se apresentaram como em uma árvore genealógica. Não só sugerindo a capacidade de rir de um ancestral comum há mais de 10 mil anos, como também se mostrando mais próximos conforme as espécies estão relacionadas (e mais próximas entre si). Este trabalho foi organizado por Marina Ross, da Universidade de Portsmouth, Inglaterra e publicado na Current Biology.

Essa idéia das pessoas se sentirem cada vez mais “civilizadas”, sem poder mostrar o que tem vontade. Cada vez mais mostram como estão tão próximos do animais.Até na risada! Por que não agir com naturalidade para realizar suas vontades, assumir seus gostos e buscar sua felicidade e seus objetivos?

Já escrevi sobre um comportamento ( principalmente das mulheres) que seria interessante de aprender com outros animais. Tudo bem que não era algo pertencente ao seu instinto natural, mas muit útil: “Não sabe qual roupa escolher antes de sair? Copie as formigas!” 

Nos campos de búfalos, sempre que tenho vontade de correr faço isso. Aquele vento gostoso na cara. Deixo as atividades para depois. Primeiro aproveito o que estou com vontade. Sempre tem um búfalo ou uma búfalo que vem logo dar uma bronca para que faça o que tinha que fazer. Mas logo acho um tempo e corro de novo. Escorrego na grama e fico rindo, olhando para as nuvens.

 

Até mais,

Búfalo





Cachorro pára o transito para proteger sua mãe

30 05 2009

Para proteger a mãe que tinha sofrido um acidente nas ruas de Nova Iorque, o cachorro parou o trânsito. Mesmo os policiais que tentavam se aproximar para resgatá-la era impedido por ele, na tentativa de protegê-la. Felizmente ela só teve uma pata quebrada.

Tentei colocar o vídeo aqui, mas os da Globo são quase impossíveis de colocar, mesmo por link, em outros sites. Vocês podem conferir o vídeo e a reportagem que saiu no Fantástico, aqui.

Isto me levou a pensar o quanto nos podermos prever e padronizar o comportamento. Ainda temos a descobrir muito sobre os animais ( mesmos nós) para entendermos o comportamento. Talvez seja tão complicado que nunca seja possível.

Por que será que o cachorro protegeu sua mãe, não deixando ninguém chegar perto? Intuitivamente consigo entender. Mas só. Acabamos a estudar características, mas esquecemos das infintas possibilidades entre elas. Mesmo sobre o comportamento de homens e até de búfalos, que entendo mais. Sempre surge algo fora dos estudos. Uma ação nova, um comportamento que não afeta o resultado final obtido por estudos, mas altera todo o caminho intermediário.

Não sou contra a ciência, mas acho curioso estas limitações que acabamos por esquecer.

 

Até mais,

Búfalo





Masturbação feminina já existia há 4 mil anos atrás. E outras curiosidades do sexo na pré-história

13 03 2009

Talvez seja o tabu mais antigo da história, mas  em A Pré-História do Sexo de Timothy Taylor ele relata práticas de masturbação feminina já há 4 mil anos atrás! Quando o ser humano mal dava os primeiros passos no que ele é hoje elas aproveitavam. Ainda não li o livro, mas desde quando este tema virou tema de tabu feminino? Não acredito que seja desde aquela época – tinham muitas outras práticas sexuais consideradas até pouco tempo “ousadas”. Não termina por aí.

Preciso antes contar que a masturbação feminina não é a mais antiga. Pois é, os homens ultrapassaram este recorde. Existe uma estátua de 5000 anos atrás (isto mesmo!) que já retrata o homem animando-se com a masturbação. Isto pode ser um balde de água fria para os movimentos feministas. Já imaginou a ótima publicidade que geraria?

Os homens na pré-história eram polígamos, no entanto, observando como os machos de outras espécies agiam na reprodução e procriação tornaram-se monógamos. Só que esta observação não se reflete apenas na monogomia. Parece que também aprenderam  o sexo selvagem. Existe uma pintura rupestre de 3000 a.c. que relatam um homem copulando com um asno, na Itália.

Mas na hora do oba-oba nada do famoso papai-e-mamãe. Várias imagens  mostram a mulher por cima. Além disso parece que apreciavam a mulher sentada com as pernas levantadas, facilitando a penetração, a pentração por trás e, acharam que já não faziam?, o sexo oral! E não é apenas uma imagem não, mas com alguma frequência.

Eles ainda usavam plantas medicinais para dilatar a pupila, tudo para impresionar as mulheres ( desde que o homem é homem ele já é assim),além das afrodisíacas. E elas, ervas que provocavam abortos e que amenizam a TPM – diga-se, mesmo na pré-história já era um tanto difícil a TPM – para os homens aguentar suas flutuações de humor, para elas a dor.

E como sempre os machos do homo sapiens viveram atrás das mulheres. Na apenas usando algumas ervas: um estudo com esqueletos onde só encontraram pessoas do sexo masculino indica que provavelmente foi uma guerra tribal par se conseguir as mulheres das aldeias vizinhas. Principalmente onde a comunidade era pequena a disputa era bem intensa. Só que era vista como algo especial, algo esquecido por muito tempo.

Já observou como os seios são bem apreciados pelos homens? Quando sai com algum blusa decotada elas devem se arrepender de serem atrativos. Ainda dependendo de onde estiver… Enfim, depois que o homem virou bípede e com os únicos peitos grandes de todos os mamímeros, o sexo deixou de ser feito apenas por trás. Os seios foram bem valorizados. Tem um filme, que não lembro o nome agora, que mostra o momento em que a mulher, durante o sexo, se vira e encara o homem em igualdade, cara-a-cara, retratando esta mudança. Recomendo! Se alguém souber qual é o título avise.

Depois de tudo isto, ainda falam que o mundo está moderno (outros “vulgar”) . Não será que as pessoas ficaram mais fechadas com o passar do tempo? Tantos fatos que mostram isto. 

Para quem quiser saber mais

http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/wear/7432306.stm

http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_419969.shtml

 

Até mais,

Búfalo





Sexo. Necessário?

9 03 2009

Sexo. Necessário? Digo por vontade própria, não por fazer ou não consciente. Afinal, ser celibatário a vida inteira apesar de estar louco para fazer outras coisas não pode ser visto como exemplo de que não é necessário.

Acredito que depende. Sempre tem um chato que não dá uma resposta direta. Deixa-me explicar. Sexo é necessário, muito inclusive, mas não sempre necessário. Falar que sexo só é preciso quando existe amor, não é lá bem correto. E que sexo é preciso seja por qual desculpa, também. Muitas mulheres dizem isto e muitas delas mesmo tem desejo físico independente de qualquer relação que exista. Para não ser má considerada, por preconceito feminino e masculino não é comum esta discussão. Mesmo entre homens: deve-se afirmá-lo sempre. Como búfalo posso afirmar que eles não são muito diferentes. Aqui é a mesma coisa.

Sexo é vida. Natureza. Realizá-lo nos coloca em sintonia com a própria mãe natureza. É uma definição muito boa, fazemos parte da mesma vida, do mesmo mundo.

Querendo ou não, desculpa, sei que pode ser duro descobrir, mas, sim, você é um animal. Não, não, não estou falando do teu amigo do lado. Você mesmo. E como todos os animais, eles precisam propagar a espécie. Eles têm alguns instintos. Eles precisam realizar todo o processo da vida até a morte – e a reprodução está no meio. Qual o propósito da Evolução das Espécies? Sobreviver.

Nossa diferença genética para macacos é de menos de 3%. Curioso como esses 3% rendem. Tudo que queremos ser diferentes é culpa dos 3%. Será mesmo? Todo animal sente desejos físico pelos outros da espécie. Não há mal nenhum em fazê-lo porque é bom. E só.

Será que é errado fazer por fazer? Por que seria? Qualquer texto sábio fala que amor e sexo elevam o homem. Que enobrece. Privar-nos dele vai contra tudo que lemos. Quem leu o Código da Vinci vê que na seita havia o ritual do sexo. Puro e simples. Pode não parecer a melhor leitura, mas textos mais confiáveis dizem o mesmo, até alguns religiosos.

Somos seres racionais ( embora, por vezes,duvide). Não nos rendemos apenas aos instintos, por isso temos outras vontades. Por exemplo, não precisamos fazer sempre. Existem sim épocas em que o ser humano está mais reflexivo e precisa de um tempo mais parado, noutras totalmente oposto. Quantas vezes você quis um tempo só para você? Assim, podemos passar um tempo – que varia de pessoa para pessoa – sem precisar, nos atendo ao nosso próprio desenvolvimento, seja aproveitando a vida, viajando, ou no seu espaço, pensando. Não é sinal de não ser homem ou mulher.

Pensando bem, é estranho como o sexo se desenvolve em nós. Mesmo à nossa volta: ora mal falado, ora o néctar dos deuses. O melhor mesmo é seguir o que tem vontade. Sem preconceitos. Sexo por sexo ou vida sem sexo. A escoha é nossa.

Um pouco complicado tratar de maneira tão geral.

Até mais,

Búfalo