Quando a neve cai

20 11 2009

Neve. As aulas estão interrompidas. Os caminhos, paralizados. O que fazer? Todo inverno é a mesma coisa. Não podemos sair de casa já que a neve se acumula por toda a entrada. Compramos nossos mantimentos, acumulamos a lenha, à espera de falta de energia. Em tempos desses, é comum que falte. Os geradores param, quebram. Ah, mas que divertido! Tantas coisas para fazer, tantos sustos para dar. Guerra, verdadeiras guerras de neve. Onde não há luz, os sustos penetram. No inverno o dia escurece rapidamente, seu amigo, sua amiga, ali na casa ao lado sem ter o que fazer. Caminha nas pontas dos pés, veste-se a propriadamente rs. “Buh!”, “Arrgh! Que susto!!!”

Sempre achei tão divertido estes momentos. Achei que me pertencia. Algo meu. Unicamente meu. Não é bem assim. Onde um gerador quebra tudo é igual. Sem o charme da neve. Sem o frio corroendo os ossos. Uma região inteira sem luz por um dia. Interessante. Mas porque não por mais tempo? A criatividade, temerosa da luz, se esconde. Quando está para emergir, pluft, a luz voltou.

Onde ela não existe, onde os computadores não funcionam, onde os telefones não tocam, o que fazer? Tédio ……………………………………………………………………………………………………………………………………. ……………………………………………………………………………………………………………………………………………. .

Ei, o que vejo? Sim, a criatividade. Pego aquela revistinha que tenho e aproveito-a intensamente. Tantas diversões para fazer. Os sustos possíveis para dar. E a desculpa da falta de tempo de quem trabalha: até eles descobrem novamente que é possível se divertir. Aquele eu escondido novamente se manifesta. Esquecemos dele. Mas, sim, ele existe, escondidos em nós mesmos. Um espaço novo se abre, um horizonte se alarga. Aquilo que parecia esquecido mostra-se tão bom. Poderia continuar.

A luz volta. Acesso o computador, recebo telefonemas. Tudo continua como se nada tivesse acontecido. Uma breve pausa no fluxo normal. Mas, eu me lembro de tudo. De minhas conversas com meu eu. Gosto tanto do inverno. Da neve que cai.





Observe a árvore. Reflita sobre ela

7 09 2009

O que você sente ao ver campos de flores? Árvores? Paisagem? Talvez seja até difícil ter visto muitas. Onde encontrá-la? Onde senti-la? Pronto, um pedaço insignificante está aí embaixo.

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Isto talvez seja um anti-texto, apesar que não sei o que é um. O que será? Mas tente olhar novamente para a árvore. Observe a grama. O fundo. O céu. Sim, o céu contrastante com a árvore toda rosa é um outro espetáculo.

Tente sentir a atmosfera do lugar. O que será que tinha ao lado? Um casal de namorados? Duas pessoas correndo de um lado ao outro? Qualquer coisa é possível, mas a árvore não. Ela foi capturada pelas lentes. Nós sabemos o que aconteceu com ela. Sabemos onde estava, mesmo tendo tão pouca informações dela.

Ali o tempo não se move. Mas será que o tempo se move? Ou melhor, será que ele move-se para algum lugar já determinado? Esta imagem, esta situação não são acasos. Não tivemos escolhas. Apenas algo independente de nossa vontade. Se tudo é tão determinado o que será nossa liberdade? A falsa sensação de poder escolher nossos caminhos, quando, na verdade, já foram escolhidos muito antes de pensarmos neles?

Não sei se é verdade, pode ser que tenha alguma. O simples desejo de sentirmos as possibilidades. Elas não precisam existir. O simples fato de acharmos que temos nossas próprias escolhas já é o suficiente. Ou não? Você aceita sua liberdade por simples vontade de tê-la? Nunca conquistou a liberdade e depois sentia-se o oposto?

Voltando a pergunta, o tempo está se movendo? Olho a árvore. De novo me deparo com suas flores rosas. Belas. Extáticas. Como crer no tempo? Meu próprio movimento? Não, são mais sucessões de imagens. Imagens extáticas. Quem sabe fruto de meu pensamento? Apenas admirando imagens sólidas, e com isso crendo na falsa idéia de que o tempo flui. Pode ser que só o pensamento flui. Nós estamos parados. Não temos possibilidades. Não porque tudo já foi determinado, mas porque não há. Seres imóveis com pensamentos fluidos. Um doce ilusão. Ilusão tão doce quanto ao que estou tendo observando uma árvore. Uma paisagem!

Algo continua. Ilusão? Tempo? Imagens paradas? Quem vai saber, mas continua! Ou acredito nisso.

 

Até mais,





Imitação ajuda primatas a fazerem amizades. E você?

20 08 2009

Um estudo em primatas pode ajudar a entender mais sobre o comportamento de humanos. Uma pesquisa feita em macacos capuchinhos revelou que a imitação é o principal mecanismo para promover a união social e formação de grupos de amigos entre os primatas.

Apesar de que este estudo posso contribuir para se entender transtornos de relacionamentos sociais, como o autismo, com ele dá para observar várias ações de nossos compartamentos. Observando algumas pessoas depois disso, percebi que pessoas mais tímidas acabam imitando pouco os comportamentos sociais dos outros. Este tipo de imitação, pelo que percebi,  não é de fazer o que as outras fazem, mas sim seu comportamento, modo de agir, algumas ações, como são feitos os gestos e expressões, como se dá o rosto quando se está espantado ou triste.

Macaco capuchinoIsso também pode ajudar a entender melhor outras culturas. Analisando o padrão de imitação de cada povo poderemos entendê-los melhor. É curioso como até comportamentos sociais então relacionados a pequenos comportamentos simples que fazemos naturalmente. Claro, é apenas um estudo.

Mas fico a pensar, será que todos têm a mesma capacidade de imitação? Assim como com outras habilidades, talvez, embora possamos imitar a comunidade em que estamos, tenhamos mais afinidade com alguma imitação, ou seja, com o comportamento de uma cultura.

Seria interessante fazer um estudo em que pessoas tentam imitar os outros. Talvez o aprendizado de imitação posso ajudar as pessoas a se socializar melhor. Não sei como aprender a imitar. xD. Afinal, quando encontram alguém que não conhecem, normalmente acabam agindo (“imitando”) um pouco como o outro, seja sendo mais formal, usando gírias, sendo mais extrovertido ou qualquer outro comportamento. Até sendo mais simpáticos quando estão conversando com alguém super simpático, sorridente.

 

Até mais,

Búfalo





A percepção de que está dormindo quando se dorme

17 07 2009

Já vi quem percebesse que está sonhando. Logo no começo do sonho, ainda variando entre estados de sonolência e de lucidez, ou quando acorda, relata que está sonhando e volta a dormir, sem interrupção do sonho. É incomum, mas não impossível.

O que é muito mais raro, se possível, alguém perceber que está dormindo. Afinal, se por um breve momento, talvez no começo do sono, percebe-se que está dormindo, não está, então, acordado? Ou então, não se trata de um sonho, ao invés da perspectiva real de que está dormindo?

No entanto, será mesmo impossível? Onde dizer quando realidade e fantasia se misturam, quando oceanos se dividem, quando conceitos se diferem? Ou melhor, não apenas perceber, mas estar no presente momento desta mutação. É muito interessante ter a oportunidade de presenciar tais acontecimentos. Faz-nos pensar melhor na riqueza dos acontecimentos. Ao menos, faz-me. Nesse momento é como estar em contato com a mágica da mudança. Nunca estive nos lugares em que as águas dos ocenos, Índico, Atlântico e Pacífico se encontram, dois deles, porém há relatos sobre o ambiente muito agradável que os cerca.

Talvez seja como um portal, um portal à reflexão. E ter a oportunidade de encontrálos, vários e várias vezes, será um ótima chance para mudar. Não só pela reflexão e contato com conceitos imaterias, como também, pela chance de conhecer o mundo em busca destas reflexões.

Mesmo assim ainda não cheguei a uma conclusão. Será possível perceber que se está dormindo, quando se dorme? Não sei uma resposta para isso. Não sei de nenhum estudo. E minha pergunta continua.

Até mais,

Búfalo





Elegância e comportamento

9 07 2009

Aqui, de meus campos, estava a observar os padrões de elegância. Aquele tipo de elegância segundo regras de etiqueta, “correto”, admirado. Aquele que se reflete nas passarelas.

É curioso como elegância e as regras de etiqueta se confudem com o pensamento da sociedade. Conserva o esqueleto destas idéias. E o esqueleto é rígido, pouco flexível. Não toleram o vento da mudança. A menos que se quebre, claro.

Em geral exigem movimentos lentos, calmos, postura ereta. Não há lugar para um comportamento efusivo. Talvez por isso ser um eterno brincalhão, ser infantil, mesmo que sério, é tão depreciado. A elegância assume movimentos sutis e delicados. Vagorosos e precisos.Bem pensados e racionais.

Aquele que não liga para regras e pula quando quer pular, se contorce quando quer contorcer, se diverte com a vida ao invés de ser um adulto que tem um bom emprego, trabalha, supostamente assume as responsabilidades, enfim, toda a personificação do que é um adulto, não será elegante (e quem vai virando adulto começa a ser tornar um adulto habitual).

Até aí, estamos falando de pessoas. Mas olhando para exposições de animais o mesmo acontece. O cachorro também não pode ser efusivo. Tem que manter a postura, se comportar, não se movimentar muito rapidamente. E ele é elegante. Ganha prêmios.

Mesmo com outros animais. Assim como o cachorro que não é cachorro e ganha elegância. Será um exemplar para a raça. Com ovelhas, cavalos, e tantos outros animais. Tiram o animal que há dentro de todos nós. Nunca perguntaram aos animais se essas características são dignas de sua espécie. Será que apenas com isso podemos falar do bom pedigree deles?

Devem estar a perguntar “e os búfalos?”. Não sou um animal de classe. Nunca conheci as passarelas, nunca visitei uma exposição. Não poderia dizer sobre eles. Mas deve ser o mesmo.

Até mais,

Búfalo





Sonhar acordado! Quem disse que não é bom?

18 05 2009

Lendo o Vigília Onírica, descobri que sonhar acordado é muito benéfico para o cérebro. Pois é, um estudo recente mostra que, quando sonhamos acordados, o cérebro mantém atividade intensidade na região ligada à resolução de problemas complexos. Além disso, pensar desta forma favorece mais a atividade do cérebro do que quando alguém realiza uma única tarefa.

Desde que nascemos somos ensinados a não ficar sonhando acordado, a não divagar,a pensar certinho (ou será “quadrado”?). O trabalho e a sociedade refletem isto: pouco tempo para ficar sem fazer nada, quando você não faz nada sempre tem alguém que diz “ele está com tempo livre”, poucos reservam tempo para realmente sonhar acordado, ainda mais se se tem alguém por perto (a começar que logo alguém interrompe sua viagem à lua). Lembro daquele ditado, “ficar pensando na morte da bezerra”.

Gosto muito de ficar sonhando acordado. E pelo estudo parece que temos que aprender a utilizar nossa capacidade de sonhar acordado. Seria muito bom se os lugares reservassem espaço e tempo para “vagar livremente”, não?

Ah, esqueceram de incluir os búfalos no estudo.

Podem ler o artigo em Sonhar acordado pode estimular o cérebro.

Até mais,

Búfalo





A morte do ponto de vista de uma criança

19 03 2009

Estranho, lembro-me certa vez em que fiquei preso à um lugar muito escuro. Ouvia barulhos ao longe, grunhidos, códigos. Até tentava distinguir, mas estava muito longe. Mais tarde fui descobrir que se assemelhavam ao que se percebe quando desmaia. Você ouve o barulho, mas não o reconhece.

Fonte: Wikipedia, criança

Fonte: Wikipedia, criança

Descobri meses depois que estava dentro de uma barriga. Sabe, num primeiro momento foi difícil pensar que vivia dentro de alguém, por vezes parasitando seus nutrientes.

Depois de nascer conheci muitas pessoas. Sabe, você nasce e já existem várias pessoas mais velhas, algumas famosas com quem nunca terá contato. Você não sabe direito quem é. Mas cresce, cresce e elas sempre estiveram lá. Como estátuas de pedra. O tempo passa, elas se desgastam mas continuam. Eternas. Infelizmente não são. Quando criança você ainda não entende este mundo. Pouco tempo parece eternidade, muitas pessoas já habitavam este lugar a muito tempo: só se pode concluir que são eternas.

É curioso reparar quando as crianças percebem que pessoa mitificadas pela mídia morrem. O fato de ser conhecido é mais comum – normalmente as primeiras notícias de pessoas eternas ocorrem com elas. Aquilo que parece eterno se desmorona. Não que seja medo da morte, mas ainda é difícil uma criança entender o que ela é. Mal sabia que existia – só aquele cuidado comum dos mais velhos – “cuidado com isto para não ficar doente e blá, blá, blá, porque pode acontecer isto e aquilo…” Pode até ter ouvido, mas nunca chegou tão perto dela assim. Nunca viu o que era eterno em seu mundo se curvar a ela. Nunca percebeu o ciclo da vida.

Acredito que este é uma das passagens da vida. O primeiro contato com o que vem depois dela. Depois disso virão ainda muitas outras coisas: começará a entender o mundo, descobrirá de onde veio ( no caso de búfalos não existe o mito da cegonha), o que é aquele machucado mensal que sua irmã tem (hehe) e assim vai…

Acho curioso quando você passa a entender o que é a morte. Se sabe que existe, mas nunca teve prova contrária não há porque compreender. Mesmo depois disto até entender realmente passarão muito tempo. Eu mesmo, até hoje não sei direito explicar. Imaginar quando é criança que seu doce mundo não é mais tão doce. A primeira invasão do mundo dos adultos…

Até mais,

Búfalo





Existe um nova moda? Uma nova beleza? Neanderthal tem 63% dos genes sequenciados…

14 02 2009

Estar na moda pode ser muito bom, mas ter duas modas, duas variações, duas escolhas, mais interessante ainda. Você, isso mesmo, você, na sua casa de tijolo, jardim mediterrâneo e portilhola de metal, toda trabalhada (será surreal?!?) sai para passear e cansado dessas modelos um pouco magras passa a admirar uma, também bela, mas truculenta. Forte. Como assim?

 - Mamãe sempre te ensinou a gostar de humanos! – ensina, desde criança, sua mãe.

Para contextualizar, diversos animais tem contatos com raças semelhantes e que até procriam entre si. E nós, humanos? Nossos parentes mais próximos são outros primatas com aparência de macacos, e que não são o maior símbolo de beleza humana.

Mas já imaginou se os Neanderthais, um raça de primata muito próxima de nós ainda existissem? Duas raças com inteligência mais semelhantes. Seu sonho de duas modas poderia ser real. Sim, há mais de 30 mil anos, humanos e neandertais conviviam mutuamente. Se pacificamente não sei, talvez não. A competição pode tê-los levado à extinção.

E se convivessem conosco? Você poderia casar com uma/um neandertal.

Claro que isto é um cenário hipotético. Apesar de inclusive dominarem mecanismos de fala, muito provavelmente não possuiam o mesmo desenvolvimento que o nosso ou a mesma abstração para a arte. Talvez fosse bom. A mesma abstração que leva à arte também leva a guerra.

Em comemoração ao bicentenário do nascimento de Darwin cientistas reconstruíram 63% do genoma do homem de Neanderthal obtidos por fragmentos de fósseis. Diferentemente do mamute onde obtiveram muito mais, esta porcentagem é insuficiente para, no caso de desenvolverem uma tecnologia de clonagem, permitir o resurgimento deles.

Esta pesquisa  visa comparar os genes deles com do humanos e chimpazés à fim de descobrir quais sequência de DNA pertecem a nós, Homo Sapiens Sapiens, e que seriam responsáveis por singularidades, como o pensamento complexo.

Até mais,

Búfalo





Será que o blog decretará o fim da informação?!? Provavelmente não…

10 02 2009

Já observaram os blogs mais vistos, os que estão na lista de melhores e mais conhecidos? Sempre aparecem blogs de notícias: o tipo de blog semelhante a um noticiário ou a um jornal.

Atualmente os jornais estão numa enorme crise. A própria TV também passa por alguns problemas. Os fãs de Lost e mesmo os  leitores de jornal, todo compartilham algo: a migração para a internet. Muitos deles lêem de blogs o conteúdo de interesse. Mas já pensaram de onde vem as notícias. Apesar de muitos blogs deste tipo serem feitos por jornalistas, muitos serem bem escritos, também vários deles não produzem notícia. O que quero dizer? Quando você paga um jornal ou assiste à TV parte da renda é convertida em viagens, passagens aéreas, equipamentos para satisfazer este mercado, para buscar a notícia. E tudo isto não é barato.

Qualquer um pode escrever sobre a Amazônia. Somos bombardeados por várias notícias, assim como blogs e canais gratuitos de notícias. Mas os gastos da procura da notícia foi, muito provavelmente, feita nos meios tradicionais. Eu, particularmente, adoro ter acesso à notícias pela internet, não sou contra.

Contudo, há um ciclo vicioso. A notícia é feita por jornais, revistas, TVs. A internet empresta dela as notícias. Aqueles meios perdem dinheiro e  com as falências param de financiar as reportagens. Privilegiariam as notícias mais relevantes; mesmo assim a própria internet e os próprios jornais se adaptarão para suprir esta demanda. Assim, os próprios blogs dependem de outros meios para o acesso aos fatos. Faz parte da transição, da mesma forma que ocorreu com a venda online de músicas.

É curioso esta relação de dependência blog-jornal. Pode-se pensar não ter relação, mas estão intimamente ligados.

Até mais,

Búfalo





Você um cachorro?!? Agradeça…

7 01 2009

Realizaram uma pesquisa para testar várias emoções de um cachorro. Fizeram com que eles cumprissem algumas tarefas e distribuiam prêmios aos mesmo. Quantas vezes você não pediu que se cão obedecesse, mas nada? Ou ele não fez como esperava? Pode ser que agora descubra o que ele queria. Então, verificaram que quando um cão recebia algum prêmio ou um prêmio maior e o outro não pela mesma tarefa este começava a se comportar de modo estranho, estressado, coçando-se, lambendo-se. Pois é, aparentemente não é nada, mas a pesquisa realizada com um grande número de cães, aleatoriamente, comprovou não ser tão inocente. Ora, o seu melhor amigo quer a recompensa que tem direito!

Além disso, eles se recusaram a “cumprimentar” e interagir com outros animais caso eles não ganhassem também algo, segundo o psicólogo de comportamento animal Friederike Range, da Universidade de Viena. Isto demonstra um sentimento semelhante à inveja ciúmes. Assim como nós ficamos emburrados quando não nos agrdecem pelo que fazemos, ou elogiam aquilo que parece tã bom (vai dizer que nunca te ocorreu isto?), o mesmo pode acontecer como os animais não humanos.

Existem várias histórias de que animais, como cachorros, não pensam, mas cada vez que surgem mais progressos em neurociência animais, mais se descobrem que eles pensam e conseguem analisar situações.

Outra experiência parecida foi verificada analisando-se o olhar de cães. Notou-se que eles prestavam atenção à aparência e emoções do rosto humano; mesmo em um amplo ambiente, apenas reparavam em nosso rosto.

Não se pode dizer que são experiência sem base. Pelo contrário.

E ainda dá para perceber muito mais. Cada vez mais é um elogio ser comparado com seu cachorro. Quando alguém te chama de “cachorro” o melhor a fazer é agradecer. Talvez tenha até algum interesse por trás. Afinal, você poderia ser algo bem ruim.

 

Até mais,

Búfalo