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Alasca, anti-congelante, besouro, comida congelada, congelamento, derretimento, frio
Vários peixes, insetos e plantas vivem em regiões extremamente frias, com temperaturas abaixo do ponto de congelamento de seu sangue. É estranho pensar como foram capazes de sobreviver a temperaturas tão frias, onde facilmente a água se congelaria. Mais bonito ainda é entender as soluções encontradas pela própria Natureza e evolução que permitiram abundância desses seres nestas regiões.
Cientistas já acharam que o princípio que evita o congelamento é semelhantes ao dos anti-congelantes químicos. Eles reduzem tanto o ponto de congelamento da água como o de fusão, mas precisam ser adicionados em grandes quantidades, só que as proteínas anticongelantes presentes nestes animais aparecem em quantidades pequenas. Elas causam outro fenômeno, a histerese térmica: abaixam o ponto de congelamento, mas não o de descongelamento. Por exemplo, com essas proteínas, o gelo se forma à -5°C, mas derrete a 0°C. Isso se deve a elas ligarem à superfície dos cristais de gelo, impedindo que outras moléculas de água sejam adicionadas ao cristal.
Agora, descobriram um besouro que é capaz de sobreviver a temperaturas de até -60°C. Mesmo assim não existem proteínas anti-congelantes neles. A molécula responsável pelo efeito anti-congelante é formada por polímeros de açúcar e lipídios, e até agora somente encontrada neste besouro. Ela permite uma diferença de 3,7°C entre a temperatura de congelamente e de derretimento.
Essa molécula pode permitir o aperfeiçoamento de técnicas anti-congelamentes: melhorar a aumento e a duração de comidas congeladas, o tempo de sobrevivência de órgãos transplantados e o desenvolvimento de plantas resistente a baixas temperaturas. Tudo isso pelo estudo de um besouro que vive no Alasca.
relógio biológico delas. Algumas foram submetidas à um regime de luz invertido (escuro de dia e iluminado de noite) e outras não. À que foram submetidas ao regime invertido começaram à migrar para o Norte. Depois disso repetiram o experimento, mas removeram as antenas. Elas foram incapazes de se orientar pelo Sol, sugerindo que esse sistema estava na antena. Posteriomente cientistas pintaram as antenas com esmalte, algumas com esmate incolor ( que permite a passagem de luz) e outro preto. As com as antenas pintatadas de preto não conseguiram sincronizar o relógio biológico e ficaram desorientadas. Isso confirmou que o relógico está nas antenas.
Isso também pode ajudar a entender melhor outras culturas. Analisando o padrão de imitação de cada povo poderemos entendê-los melhor. É curioso como até comportamentos sociais então relacionados a pequenos comportamentos simples que fazemos naturalmente. Claro, é apenas um estudo.